Ética? Qual o seu papel?

Clayton Zocarato*

Introdução.

Vemos hoje em dia nos noticiários as mazelas cometidas por um sistema judiciário, social, político e educacional nefasto, em que a criminalidade tornou-se um baluarte de entretenimento, perante um viés de sociabilidade em que já não ocorrem mais a valorização da pessoa, e sim em uma promiscuidade de barbárie diária que excluindo o respeito entre diferentes biótipos sociais, como crianças, mulheres e velhos.

Enquanto ocorrem discussões acerca das condutas e regras da sociedade, no pleito de câmaras, senados ou plebiscitos populares, muitas ações que poderiam integrar diferentes glebas populacionais, são deixadas sem uma prática consistente, ficando estagnada a discursos, não contendo convergências reais de realizações de tributos de uma ética que abarquem a magnitude dos setores sociais mais carentes.

Parafraseando com o pensador húngaro Karl Mannheim “vivemos nos interstícios das idéias sem uma construção de “práxis” sólida de transparência de compaixão pelo outro (SP, 1970), essa afirmação se adapta de forma cíclica em nosso atual contexto historiográfico, onde estamos diante da “banalização do mal”, como diria Hannah Arendt (1993), onde tudo é permitido, construindo um nefasto bojo de violências e desrespeitos a integridade humana.

É difícil engrandecer algum ponto de respeito perante uma singularidade de estornos de violências sem limites, como a perseguição a homossexuais, negros, crianças, mulheres, deficientes, índios, entre outros grupos sociais e etnias que não são vistos como dignos de estarem no convivo com a o restante da população.

As escolas já trazem uma sincope de moral, enlaçada em uma ideologia educacional em querer fazer de seus pupilos, o “melhor” em todos os níveis da sociedade, isso já planifica uma condição humana agastada de preconceitos, já que dentro dos batistérios teóricos dos PCNPs, estala uma ética de construção elitizada da identidade humana não preparando os estudantes a lidar com erros e fracassos, prevaricando estertores que melindrem aglutinações de antagônicas tribos, em junções de filosofias de vidas equalizadas em um ponto em comum de civilidade,  possuindo semelhanças em suas afirmações sobre a moral, deixando concepções de que para a uma sublevação de mudanças no comportamento perante o outro, é necessário levarmos em conta suas diretrizes existenciais, em torno de conjecturas sociológicas e políticas, advindos de análises de patologias psíquicas oferecendo uma aceitação pelo o que é diferente, assim havendo uma variação de mentes com límpidos detrimentos de ética e cidadania.

Cidadania, que levou lacunas de ações e interesses a uma participação popular ativa em suas premissas democráticas, e que dentro da historiografia brasileira apresenta um silogismo de governabilidade do Estado, distante da realidade de alguns grilhões de brasileiros, que não se interessam com cunhos de delongas doutrinárias da “direita, esquerda, centro-esquerda, extremistas, liberalistas, etc”, e sim que algum sistema ou artífice da política coloque um mínimo de “dignidade no seu prato, durante as refeições”, lembrando as palavras do sociólogo Herbert de Souza o Betinho.

de como ética e moral, em alguns pleitos das ações humanas estão somente alojados, em um idealismo ludibrioso de manipulação da realidade existente carecendo, de uma ação satisfatória perante as misérias dos mais necessitados, e certa forma antenada, aos interesses de elites políticas e sociais, e porque não dizermos dos meios de comunicação de massa .

A ética tem como um dos seus principais objetivos, traçar sistemas de condutas que possam regular as ações humanas dentro de um mesmo espaço vivente em comum, levando em consideração aspectos como a sexualidade, a crença religiosa, as visões políticas, o gênero, a integridade psíquica e corporal.

É normal vermos em locais de grandes aglomerações sociais, informativos como no trânsito “vaga para idoso”, ou “reservado para deficiente físico”, e também depararmos com o desrespeito a esses trâmites feitos, para possibilitarem uma convivência mais harmoniosa entre sadios e deficientes.

Na prática não é bem isso que vemos, por mais diferentes motivos transcorrem desrespeitos constantes as regras e bons hábitos, que vão desde os mais simples, como em dizer bom-dia, ou ajudar uma senhora a travessar à rua, ou com um conformismo extenuante aos estrondosos escândalos de desvio das verbas públicas, como os mensalões da vida, ou as propinas parlamentares, que assolam os poderes políticos e estatais no Brasil em nossa atualidade.

Praticamente a ética ficou taxada a um campo lingüístico, pois se pararmos para pensarmos friamente deveríamos, discutirmos ética, a partir, por exemplo, dos grandes descobrimentos marítimos, que já é um adágio historiográfico grotesco, dentro de uma epistemologia construtiva de métodos de estudos antropológicos, pois aqui já habitavam culturas “seculares”, que foram admoestadas de suas tradições por uma cultura exterminadora, fazendo uma aculturação, que ficou impregnada a levar os nativos séculos depois para reservas, como um sabujo hipócrita de tentar reaver os erros cometidos contra populações inteiras de índios subjugadas a ser um “gado humano”, usando das palavras de Karl Marx.

Não precisamos ir tão longe à história, vemos como o próprio texto aqui discutido, nos condiz segundo Daniel e Scopinho, “as mazelas de carência crônica em relutar uma ética mordaz”, louvando, por exemplo, as péssimas condições de serviços públicos essenciais, como a saúde, educação e segurança pública, guarnecidos por incipientes promessas eleitorais, que eleição após eleição continuam,  como perjúrios para alimentarem uma máquina de ideologias depreciativas a conclusões e ações sociais que possam de fato oferecer possibilidades de alternâncias do “status quo”, social e estrutural de muitos brasileiros.

O “conjunto de valores lúdicos” aos quais Mário Sérgio Cortella,  descreve expõe as discrepâncias entre uma moral realizadora e consistente, que de fato propicie um entendimento perante a situação do outro, e que também culmina suscitando novos esquivos de debates entre diferentes setores da sociedade, sujeitando para negociações em como empreender lastros de uma sociedade que componha todas as “tribos”, no mesmo bajulo de moral e liberdades e deveres, sem preconizar privilégios de burlar o que é estabelecido por lei.

A lei, aliás, é um arcabouço para injúrias outorgadas por clivos sociais desanimados pela constante sensação de impunidade e descrédito na política brasileira, levando a sensação de que aqui “tudo é permitido”, e que o fato de não haver uma dialética em realizar uma prática jurídica que seja expressiva na ação de combater crimes fiscais, dando uma resposta satisfatória às crises de confiança instaurada diante dos órgãos públicos.

É fato descrever que nesse ponto, um sentimento nefasto de mudanças profícuas no comportamento a uma democracia que possa de fato ser representativa, e que não estimule diatribes de corrupção, gerando uma organicidade de contemplações em passar as responsabilidades de uma pessoa para outra, enveredando o jargão popular, de “que isso não é problema meu”, ou “isso nunca irá mudar, é assim mesmo”.

“O prático nem sempre é certo”, nas palavras de Cortella, mas a praticidade em lançar para outro, as similaridades em fiscalizar os erros e a maldade de quem está ao seu redor, e da incompetência das instituições designadas para oferecer um beneplácito de melhorias à sociedade civil, nos levam a uma análise cética de que a mentalidade do brasileiro está incutida no esteio de desesperança e incredulidade, diante de balburdias administrativas e individualistas das gestões do nosso atual,  Estado Democrático de Direito.

Ocorre uma massificação, de buscar uma ontologia política estrangulada, em fazer uma ética que possa devolver o orgulho de ímpeto patriótico de acreditar em uma igualdade de direitos e deveres.

Na tríade, de condução das ações humanas, descrita por Cortella, “quero, posso, devo”, está ligado diretamente a uma fabricação da realidade feita pelos grandes meios de comunicação, e por um abrupto extermínio do caráter elitista torneado por uma sociedade classicista e preconceituosa inserida no Brasil, com o desejo de esterilizar silvos integrantes de igualdades nos diferentes ciclos de ascensões dentro de um plantel historiográfico movente.

O querer já não é poder, e o querer das classes médias baixas, está arraigado aos desejos e sortilégios da benevolência dos políticos e elites, que fazem o que bem entendem com trabalhadores assalariados, e também deixam a partitura indigna de “pseudo-escravidão” tanto braçal como mental, sendo condicionada a ser um fluxo submisso aos objetivos do capital.

Seu “querer”, está alijado a uma ética de consumo, onde o materialismo esta, vaticinado como divisor de aceitação e nivelamento de igualdades.

No quesito “posso”, não foge muito do “querer”, já que poder encontra-se em muitos pontos na busca de fuga da realidade, entrevendo novos escopos comportamentais construídos perante as carências práticas sócio-educativas que possam possibilitar asserção de perspectivas de uma moral que ofereça viabilidades em atitudes que possibilitem a ascensão econômica e política dos mais necessitados, ou bem seja que o “poder ou o posso”, encontra os sacrilégios de coadunarem uma uniforme introspecção das práticas sociais concatenadas com os interesses “mores”, da classe burguesa e empresarial, e porque não dizer política.

No último apontamento, “devo”, é relativo pensarmos que estamos em adventos de subjetividades fixadas a um burocrático sistema de junções filosóficas e afetivas, minando o que deva ser considerado como certo ou errado, deixando um sentimento de “zumbização”, no ensejo de despertar novas formas de condutas que possam não somente estar em um cartesianismo de obediência senil, e sim em extenuar um “caput”, insubordinação perante a falta de ética ou de prática de ética, diante das paralaxes dominantes de uma classe perante a outra.

Dentro de outra tríade deixada por Cortella, “Moral, Imoral, e Amoral”, enxergo uma inversão muito de grandes valores, como em nosso funesto escárnio de barbárie em adjuntos psicológicos, frutíferos de intelectualidade e critcidade, seria “imoral”, pensarmos, em colocamos a pena-capital para crimes hediondos, porém é contraditório não pensarmos que muitos que defendem esse artifício de mudança constitucional, caiam em contradição de “moral” quando delineados acerca da legalização do “aborto”, muitos defendem o primeiro, mas são contra o segundo, e vice-versa, sempre expondo brechas para que tal assunto seja posto na pauta de discussões do senado ou da assembléia constituinte defendendo ou sancionando e proibindo os interesses da sociedade segundo as conjecturas da constituição.

Deixo aqui uma provocação a você caro leitor:

Se a “ética”, em sua estrutura construtiva volatiza a defesa da vida, porque em muitos momentos se utiliza da morte como uma forma de satisfazer, as necessidades de justiça e clamor pelo próximo?

Para algumas culturas é “imoral” o casamento entre pessoas do mesmo sexo, porém não é “imoral” um aborto em caso do crime estupro, já que essa vida veio de um ato monstruoso, mas dentro de uma condição humana de suplício, justificaria fazendo “jus” as Leis do Antigo Testamento, adiantaria pagar uma crueldade com outra crueldade?

A imoralidade é justificada em determinados casos, com “amoralidade” a diatribes de mediar desvios de personalidade diante das tentações, julgando o fato da maldade ou da falta de zelo pelo próximo, como um torpor da globalização ao qual estamos inseridos, sendo que diretamente estamos escaldando uma moral que só é valida quando ela satisfaça nossos desejos e objetivos, e quando encontramos sufixos que limitem nosso raio de ação cognitiva, podemos usarmos de presságios antiéticos para conquistarmos o que ansiamos.

Falar de “moral” é praticamente um ponto em comum dentro dos meios de comunicação do país, o espectador pode ligar o aparelho de TV, e digladiar-se com tessituras de horrendos casuísticas de desrespeitos pelo próximo, o que de certa maneira contribui para segundo as palavras de Pierre Bouirdieu “realizar uma sociedade espetáculo do sangue alheio, onde a dor não passa de mais um fator do cotidiano das pessoas”. (1977- SP).

A ética de certa maneira, fica engendrada em um ancoradouro somente teórico na maioria das situações, não havendo uma prática consistente e uniforme, levando seres bio-antropológicos a serem coacervados em um esmo patamar de igualdade, não considerando suas vontades, desejos, paixões e angústias por exemplo.

Bem quisto, que as regras existem para que todas as pessoas possam gozarem dos privilégios de uma política que organize uma prevaricação dos “corpos”, com o mesmo intuito de angariar possibilidades de igualdades a todos, sem conter prerrogativas de discriminação ou privilégios para quem quer que seja.

Nesse ponto é necessário analisarmos, que os estabelecimentos de ensino possuem uma realização sintomatológica em arquitetarem coeficientes de inteligências, vistos com,  mixórdias de estabelecerem desigualdades mesmo que dentro de sua conjectura discursiva, proclamem estereótipos de adornarem lúdicas ascensões e igualdades em chances para todos os setores, porém o que enxergamos em boa relatividade no universo escolar são artifícios do crescimento de violências verbais e físicas contra estudantes e professores, levando a uma alienação da moral e da ética, em promulgarem ações de conscientização de classe contundentes ao respeito pelo próximo.

 

A partir desse conceito humanista de Pessoa, não se pode aceitar que o ser humano seja apenas um indivíduo (biológico), um ser consciente e in-consciente (psicológico), um ser de relações (social), um ser libidinoso (sexual), um ser produto da cultura (cultural), um ser que produz (econômico), um ser que gravita em torno do poder (político), um ser que reza (religioso). Tudo isso ajuda a compreender o ser humano, mas pode reduzi-lo a um animal, a uma coisa.

Você pode ver um elefante com um microscópio? Claro que não!

Assim, você também não pode ver o ser humano como Pessoa a partir de uma única dimensão. O ser humano, portanto, é um ser complexo: ele possui infinitas dimensões que, ao longo da humanidade, foram sendo integradas no seu ser.

Pessoalidade é sinônimo de complexidade.

(DANIEL, E.; SCOPINHO, S.C.D ; Antropologia, Ética e Cultura.. Batatais: Claretiano, 2013).

 

 

O “ser” como pessoa passa necessariamente, como o “ser” que tem obrigações e direitos, necessidades e obrigações diante de uma civilização cada vez mais adentrada na tecnologia e na diminuição das fronteiras de distâncias de contatos íntimos, sociais e profissionais, restringido a uma educação que possa ser sistematizada com o tempo, em aceitar e realizar estímulos de solidariedade e aceitação diante das atribulações da vida moderna, demonstrando uma fortificação diante das casmurrices de comiserações de maldades diárias, aos quais uma boa amplitude das pessoas são lançadas, fazendo do mal somente mais um fato rotineiro, chegando a uma celeuma de lastros de indiferenças.

É notório e interessante pensar que somos subalternos aos desatinos do outro, somos necessariamente arremessados a um padrão comportamental, praticamente “taylorista” de consolidarmos nossas ações em um espasmo de importância a nossos semelhantes, embutindo uma ética maldosa e falsificacionista, pois pensamos no próximo, desde que esse próximo possa fazer algo por nós ou pense a igual a nós.

Nesse ponto é límpido de validade, uma ipseidade de multiculturalismos homogêneos aos desejos individualistas, estando em uma mesma polaridade de taciturnos limbos de igualdades, diante de um poder centralizador tânato-político.

Seria notório pensarmos em uma antropologia, que pudesse ofuscar princípios aniquiladores em arquitetar uma educação assimétrica de silvos de esperança de dias melhores, viabilizando uma cidadania que fizesse uma justiça social, com seniores protagonismos de nichos de igualdades para todos.

Mas vemos casos utópicos, em que um empirismo de libertarismo consciente muitas vezes é construído pela dor, ou por uso dos aparelhos ideológicos de Estado, como por exemplo, no caso do Bolchevismo e do Nazismo.

É satisfatório falarmos em moral e ética, como uma arma para fortificarem alicerces de revestimentos amáveis perante os mais desamparados, porém penso que seria de bom agrado se algum dia não precisássemos mais comentarmos sobre elas, pois vejo que isso fica em boa voracidade, alojado a debates acadêmicos, não contendo um sobressalto de prática contundente que possa colocar uma polivalência de ações que realizem modificações históricas e filosóficas no prognóstico de levar um pragmatismo de justiça e igualdade para todas as pessoas.

Segundo Daniel e Scopinho “Não há amor, onde não há conhecimento”, (pg, 94, CLARETIANO, 2013), a turbulência na construção de relacionamentos humanos onde ocorra um “amor” de fato, esteja somente florescido em uma libido exorbitante, tentando de certa maneira levar um conhecimento dos sumos de fuga do tecnicismo sexual que boa parcela das populações brasileiras incrustadas se alojarem, por meio de um “boom”, de funestos moralismos emoldurados em congênitos de diversões sem limites, auspiciados por um estilismo de carências em demonstrações de afetos, fazendo da sociedade um vasto espaço consumista desenfreado de sexualidades, ainda mal formadas, levando a agruras de perca da moral, constituindo um pólo de humanismos arregimentados em arquétipos forjados na busca da arte de viver, louvada ao prazer sem limites, e abuso da libido.

Em poucas palavras para finalizar minha argumentação, vivemos em uma insalubridade de moralismos onde cada um, anuncia a sua verdade como sendo um dogma a ser seguido pelo restante de seus semelhantes, fabricando éticas como uma indústria em serie, porém além de ética precisamos termos a compaixão e amor pelo próximo como uma maneira de amenizarmos, as brutalidades de existências disformes em aceitarem e conviverem com inúmeras tribos e grupos que compõem nosso júbilo social e moral.

 

 

Bibliografia.

ARENDT, H . Origens do Totalitarismo, São Paulo. Companhia das Letras, 1993.

DANIEL, E. SCOPINHO, S.C.D. Antropologia, Ética e Cultura. Batatais – SP. Claretiano, 2013.

BOURDIEU, P. A Economia das Trocas Simbólicas, São Paulo. Editora Perspectiva, 1977.

FREUD, S. Coleção Os Pensadores, São Paulo. Editora Abril Cultural S.A, 1975.

GAARDER,J. O Mundo de Sofia. São Paulo. Companhia das Letras, 1995.

MANNHEIM,K. Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1972.

MARX, K. Manuscritos Econômico-Filosóficos. São Paulo: Editora Martin Claret, 2003.

Vídeo

Mario Sérgio Cortella sobre Moral e Ética em >>http://www.youtube.com/watch?v=VdRd1t9E00w<<

 

*Biografia do Autor.

Possui graduação em Licenciatura em História pelo Centro Universitário Central Paulista (2005) – Unicep – São Carlos – SP com ênfase em Filosofia-Política e Formação e Consolidação de Governos Totalitários, graduação em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano (2016) – Ceuclar – Campus de São José do Rio Preto – SP, Especialista em Ensino de Filosofia, pela Universidade Federal de São Carlos (2015) – Ufscar – SP, Especialista em Psicopedagogia Institucional pela Fundepe – Unesp, Marília – SP (2017) participou em 2006 á convite do Professor Doutor Sidney Jorge Barbosa como aluno ouvinte da disciplina sobre Romance-Burguês na Europa pela Unesp -Campus Araraquara -SP. Participa também do grupo de pesquisas inter – institucional (TOPUS) O TOPUS – GRUPO DE PESQUISA SOBRE ESPAÇO, LITERATURA E OUTRAS ARTES, http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/38587 , sobre pesquisa do espaço nos romances contemporâneo e outras artes e formas literárias é líder do Grupo de Pesquisas e Estudos Dilemas em Psicopedagogia, da FUNDEPE – UNESP de Marília São Paulo, e a partir de 2016, escreve semanalmente para o site http://hqscomcafe.com.br/ acerca do cinema europeu e sua relação com a ciências humanas, filosofia e literatura, e também fazendo entrevista diversificadas com escritores e intelectuais, sobre diferentes temáticas das ciências humanas. Em 2017, começou a cursar a graduação em Psicologia do Centro Universitário de Araraquara, interrompido no segundo semestre de 2019. Escreve regularmente para o site www.recantodasletras.com.br usando o pseudônimo ZACAZ, mesclando poesia surrealista, com haikais e aldravias, https://www.recantodasletras.com.br/autor_textos.php?id=206555. Em 2018, começou a escrever para site do Professor Luiz Cláudio Tonchis, https://www.cascalhosdasletras.com/, colaborando com contos,mesclando realismo fantástico, metafísica, história e flosofia. Participa do Grupo de poesia Guilherme de Almeida, em Catanduva – SP.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *